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O Herói Provisório, um cara de sorte: a campanha

Sabe-se que Deus ajuda a quem cedo madruga, tanto quanto que devagar se vai ao longe. Afinal, é de grão em grão a galinha enche o papo, e nada como um dia depois do outro.

Tudo isto não tem a menor importância, a não ser para criar um clima propício para o dito que realmente importa, no caso que se segue:

“Quem tem amigo, não morre pagão”.

Aos fatos.

Há exatamente um ano, outubro de 2016, eu e mais 11 pós-quarentões sem um pingo de juízo ou senso de noção, adentrávamos o -para nós, jornalistas impiedosamente podados em nossas vocações juvenis-  inalcançável solo da Folha de S.Paulo, para participar do Primeiro Programa Trainee Sênior. Fomos apelidados “focassauros” por Ricardo Chester, um dos mais brilhantes publicitários de São Paulo, o rei dos títulos, que era um de nós, sorte nossa.

Resumindo a ópera - em dois meses, conseguimos virar uma gangue de adolescentes, um bando de mosqueteiros um-por-todos-todos-por-um. Terminado o treinamento, nestes abençoados tempos de WhatsApp, nosso pacto de sangue foi posto à prova e a tudo sobreviveu. No nosso primeiro aniversário focassauro, noves fora uma ou outra defecção (...K. e F., não adianta abaixar aí, que a gente está vendo vocês....), seguimos com a molecagem, impavidamente, em bases diárias. Aqui e ali  rasgos de sacadas jornalísticas e delírios ombudsmânicos,  sempre sob a batuta de nossa maestra soberana, chefa Vera Guimarães, salve salve ela! 

[Já tivemos, no começo do ano, na fazenda do nosso decano Edu Muylaert, em Amparo/SP, o I ENFODI (Encontro dos Focassauros Diplomados). Quem viveu, viu! Consta que o segundo está sendo preparado.]

Um ano inteiro, pois, se passou. Cada um de nós voltou para casa e tocou a sua vida; viramos colaboradores da Folha,

Eu voltei para O Herói Provisório, que tinha ficado me esperando. O livro ficou pronto e foi lançado em julho na FLIP (onde Edu também lançou, junto com outros juristas, o sensacional “Grandes Crimes”). Em agosto, O Herói Provisório teve seu lançamento oficial em Curitiba; até o final do ano pretendo levá-lo a Cornélio Procópio/PR e Londrina/PR; no começo de 2018 a Paranaguá/PR e à Ilha do Mel/PR, berço da narrativa. No último dia 11 de outubro, fui eleita para a cadeira 22 da Academia Paranaense de Letras.

Nós, focassauros, como é da nossa essência, vimos acompanhando -com o coração na mão- uns as peripécias dos outros. Poucas vezes tinha vivido, antes, experiência parecida de camaradagem.

Outro dia, o Chester enlouqueceu. Entre um meio e uma mensagem, chamou o diretor de arte Iron Brito e inventou uma campanha publicitária para O Herói Provisório. Assim, sem mais nem porquê, só para honrar todas os ditos populares que falam sobre amizade. No dia seguinte, quase me matou de emoção. Ontem, colocou o primeiro anúncio dessa campanha no ar. Como diz a focassaura Dani X., vale a pena escrever um livro, só pra ter uma campanha com a assinatura Chester para chamar de sua.

Gratidão, Chester e Iron!

Vida longa à máfia focassaura!


Etel Frota

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